top of page

MARCELO NERY

por uma literatura descomplicada e plural

capa---FLORES-ASTRAIS-CAPA-FINAL-SEM-JACKET_03.jpg

flores astrais

Quando recebe a notícia da morte do pai, Tiago retorna à antiga fazenda de café da família, em Minas Gerais, após vinte anos de distância.

A cachoeira do primeiro amor, as estátuas de sereias cegas, o casarão mal-assombrado e a lembrança da mãe que se matou o cercam. Para um jornalista gay de meia-idade, marcado pelos anos da ditadura, a volta se torna um mergulho em assombros antigos.

Entre rezas, cartas de tarô e rodas de candomblé, Tiago encara a tia-avó católica, a prima que fala com bonecas, os antigos trabalhadores da fazenda e uma cigana enigmática. Ao lado da irmã e do reencontro com um amor do passado, ele descobre sua maior batalha: enfrentar preconceitos que nunca reconheceu em si mesmo.

Mas o verdadeiro acerto de contas começa quando o espectro da mãe reaparece — e não aceita silêncio como resposta.

uma saga familiar gótica rural mineira

pensamentos avulsos

2

minibio

Marcelo Nery nasceu em Belo Horizonte, mas já atravessou muitas dimensões: da Ciência da Computação ao tarô, de professor universitário à criação de mundos virtuais.

 

Cresceu entre a capital e o interior, cercado por pastos, rios, carrinhos de rolimã e bambuzais. Desde pequeno encontrou na máquina de escrever o espaço para inventar histórias, quando o drama ainda era um hábito, não um talento. Aos dez anos integrou o júri do Concurso de Literatura Infantojuvenil João de Barro, onde a paixão pelos livros se firmou.

 

Fora de época, com o coração em technicolor num mundo que flerta com o streaming, virou a mais cafona (e romântica) das crianças viadas.

 

Hoje escreve como quem investiga um mistério e disseca sentimentos: como um bom escorpiano de 1978.

nery7.jpg
bottom of page